
Não somos escravos
Que eu não pertenço a você
Talvez você retire a venda
Pra enxergar o que não quer ver...
Que eu também fico doente
E tenho momentos de humanidade
Que faço tudo que faz toda gente
Sinto tristeza, alegria e saudade...
Eu também tenho dor de cabeça.
Sinto fome, sede e até sono!!
Sinto frio, quando a porta esta aberta, Também bebo,café, e até pão eu como!!
O que peço é só bom senso, Não quero nada diferente, não peço nenhum esforço imenso...
Só quero que saiba tambem sou gente!
Não pense que sou assim Tão diferente, tipo o que se passa aí na sua mente,
Não é só você que sente...
Só mais um dia, Ou mais uma vida, Só mais um adeus, Ou adeus a despedida ...
Sei que é sempre assim. Se hoje é o recomeço, amanhã, o começo do fim
E até onde o tempo leva? Até que dia, hora ou lugar?
E se é assim que tem que ser, Se cada passo é mais um passo pra esquecer,
O que é que eu faço? Como é que eu vivo?
Se o que vivo é todo descompasso... Isso que sinto não sei dizer, e se é ferida há de cicatrizar
Talvez se cure ao amanhecer, Talvez piore quando acordar.
Atrás daquela porta fechada,
Tem uma estória, uma poesia, fachada...
Meu castelo não desmoronou É fortaleza sem muralha...Se é belo, um dia acreditou.
Por ter certeza que amor não falha... Se é carne, unha ou roupa velha
Já não me importa quanto tempo faz, Se é final ou nova estréia, Tenho o que preciso,
Quando não preciso mais... Não desisto de procurar. Um lugarzinho, em algum canto
Deve haver em algum lugar, Essa coisa que busco tanto...
Algum lugar, bem lá no fundo Onde ficam guardados os sonhos Um baú, talvez, lá no fim do mundo
Qualquer lugar pra lá do esquecimento Depois de onde o sol se esconde
Ou pra lá de onde nasce o vento... Não me canso de procurar O esconderijo dessa coisa louca
Se é lá em cima, atrás das nuvens Ou bem aqui no céu da minha boca...
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